quinta-feira, 21 de março de 2013

Resident Evil e a Cultura da Convergência - Parte II


Então, vamos ao foco desta ideia: Resident Evil e suas múltiplas facetas.

Residente Evil se tornou um fenômeno desde a sua primeira plataforma de utilização. Também conhecido como Biohazard no Japão, a série dos games é pertencente a companhia Capcom. Os jogos foram criados por Shinji Mikami em 1996, para a primeira versão do PlayStation. A franquia foi a primeira a introduzir no mercado o tema Survival Horror, termo bastante utilizado nos dias de hoje. A edição de 1996 vendeu em torno de três milhões de unidades no mundo.

O jogo teve a inserção em sua interface na 3º edição, as modalidades principais que são a jogabilidade em modo cooperativo e modo "Mercenaries" que oferece multiplayer competitivo, ou seja o jogador escolhe um personagem para liquidar vários inimigos e conforme o número de assassinatos o tempo aumenta. Além de ser o primeiro dentre os outros a ter legendas em português.

E as mudanças não pararam por aí, no começo a perspectiva da câmera girava em torno do cenário, a partir da 4º versão ela passa a ser pelas costas do jogador criando uma interatividade e ligação maior com quem está jogando. Além de sua plataforma original que foi o GameCube foi desenvolvida também para PC, Wii, PlayStation 2, Zeebo, celular, PlayStation 3, Xbox 360

No 5º jogo a promessa do melhor gráfico foi cumprida e a novidade foi a possibilidade de jogar em Split Screen ou Co-Op online onde você pode substituir o parceiro artificial por outros jogadores que não necessitam estar na mesma sala que você, apenas em rede no mesmo momento. Resident Evil 6 têm um tom mais cinematográfico e a constante necessidade do jogador interagir em momentos que geralmente seriam apenas assistidos.

E desde então, a série de jogos já vendeu mais de 50 milhões de cópias em todo o mundo, segundo dados da própria Capcom. Mas como isso pode ser possível, se diversas plataformas foram criadas e desenvolvidas desde então? Pois é a série desenvolveu junto. Um exemplo disto é a ultima versão do jogo, o Residente Evil 6, que está disponível para os consoles PlayStation 3 e Xbox 360. E não para por aí o jogo também estará disponível numa versão para computadores a ser lançada, contudo, apenas em meados 2013.

No próximo post teremos a explicação dessa fragmentação para outras plataformas.

Assista agora o trailer do game Residente Evil 6:


quarta-feira, 13 de março de 2013

Resident Evil e a Cultura da Convergência


Em uma visita que fiz ao Museu Madame Tussauds em Londres tive a impressão, ou melhor, a certeza de que hoje em dia não é suficiente apenas um texto ou um vídeo para o entretenimento e a curiosidade do público para que a arte se expanda e atinja o melhor índice de aprovação. No museu há uma sala onde é proporcionada a experiência do cinema 4D com um vídeo dos super heróis da Marvel, mas o mais interessante para quem não sabe é que no cinema 4D tem cheiro, chuva, fumaça, sacolejo. Ou seja para atrair não basta apenas a ideia mais provocar as sensações no espectador.


Filme em 4D no Museu Madame Tussauds, Londres:



Assim como a base do 4D é despertar os sentidos do público, todos os outros meios têm como finalidade se dispersar em mais do que era apenas em seu formato inicial. “Uma história transmídia se desdobra através de múltiplas plataformas de mídia, cada qual com um novo texto, fazendo uma contribuição distinta, valiosa para o todo” Afirma Henry Jerkins em seu livro sobre a Cultura da Convergência. 

Ou seja para que haja a propagação da história desejada é necessário primeiramente o suporte tecnológico para essas múltiplas funções e que o público esteja disposto a aceitar estas transformações e buscar por estas atualizações através do incentivo realizado por detrás desta “nova” mídia. Para Jerkins no mundo da convergência das mídias, toda história importante é contada, toda marca é vendida e todo consumidor é cortejado por múltiplos suportes de mídia.

Nos próximos dias o foco será as múltiplas facetas de Resident Evil e a relação disto com a Cultura da Convergência.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Sim, mais um texto sobre o dia das mulheres!

Tudo tem um porquê correto? Correto. E é claro que dedicar um dia as mulheres não foi por acaso também. Este dia, oito de março, foi escolhido porque em 1857, as operárias de uma fábrica têxtil de Nova Iorque resolveram (e entraram) em greve. Isso porque elas reivindicavam a redução da carga horária de trabalho de mais de 16 horas por dia para 10 horas. E agora o inacreditável. Mesmo com esta carga horária elas recebiam menos de um terço do salário dos homens. Nada comparado aos dias de hoje onde a mulher não sofre qualquer tipo de discriminação no campo profissional #sóquenão.

A situação conseguiu piorar quando mais de uma centena de trabalhadoras foram trancadas e queimadas vivas na fábrica da Triangle Shirtwaist, em Nova Iorque, no dia 25 de março de 1911. Esse acontecimento também é associado ao Dia Internacional das Mulheres, porém esta homenagem foi decidida em 1910, numa conferência internacional realizada na Dinamarca, como forma de homenagem àquelas mulheres que protestaram em oito de março de 1857.

Enfim, hoje o quadro é diferente, a tendência são as crescentes atividades empreendedoras coordenadas por mulheres. Um levantamento feito pelo Sebrae aponta que de cada 100 Empreendedores Individuais (MEI), 45 são mulheres. E é aí que mora a oportunidade de destaque dessa mulher que lutou tanto para se encaixar nesse perfil, até então, dominado pelos homens. Mas isso claro, trazendo consigo belas histórias de determinação, persistência e um par de scarpins! 


Assista agora clipes de mpbs como forma de homenagem às mulheres brasileiras: 


Mulher - Elba Ramalho

Mulheres - Martinho da Vila

Luíza - Tom Jobim

Mulher - Erasmo Carlos

Cor de Rosa Choque - Rita Lee

segunda-feira, 4 de março de 2013

Festival de teatro em Curitiba

Faltando apenas 3 semana para o início da edição do Festival de Teatro de Curitiba deste ano as peças com participação de atores globais já estão se esgotando e terá 8 peças em estréia aqui em Curitiba. Entre os destaques estão musicais e peças musicadas, como "Gonzagão - A Lenda" e "Parlapatões Visitam Angeli".
O evento vai de 26 de março até 7 de abril, são 32 espetáculos da mostra principal e os outros 370 do paralelo Fringe. A produção técnica de ‘Homem Vertente’ começou desde fevereiro, espetáculo que abre o Festival de Curitiba deste ano. 
A produção de ‘Homem Vertente’ é tão complexa que está acontecendo paralelamente em oito lugares diferentes espalhados por três cidades: Curitiba, Maringá e São Paulo. E quando a estrutura estiver toda pronta, serão necessárias 60 pessoas para executar a montagem.
Este ano o Festival terá cerca de 50 espetáculos de rua gratuitos. Um desses será o "Tome Sua Poltrona" do Circo Rebote, que vêm de Brasília e já se apresentou na Alemanha, Itália, França e Suíça.
Vale a pena ajustar sua agenda e se programar pra aproveitar o melhor desse Festival. Para conferir a programação, acesse o site do Festival: http://festivaldecuritiba.com.br/2013